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segunda-feira, 30 de março de 2009

Um soneto





O sonho de minha vida

(a um poeta como eu)

No ápice da minha patológica loucura,
Um sonho pude idealizar,
Quero uma arvore plantar.
Idealizei minha morada futura.

Esta arvore me servira de sepultura,
Depois que a morte vir me matar;
Depois que seu beijo me extasiar
Flertarei a face de minha ventura!

Quando aquele caixão estiver com o, inerte, conteúdo.
Estarei “eu”, momentaneamente, mudo,
E o mundo estará tristonho.

Presenciei do mundo sua carência,
Quando eu pude atestar o fim de minha existência, Porem está realizado o meu sonho.

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