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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Deus é amor.



Nós espíritas temos uma compreensão de Deus diferenciada, sabemos que Deus é amor e jamais perdoa, por que é perfeito e não tem emoções de homens para se sentir ofendido e perdoa.
Deus não é cruel a ponto de jogar seus filhos, em logos de fogo e nem muito menos de imolá-los em tonturas eternas.
Deus não homem, Deus é perfeito, soberano e benevolente. Muitos acreditam que Deus tortura e ainda o comparam a seres imperfeitos. A figura de Deus é perfeita e seria ilógico vermos Deus como aquele ancião de barba hisurta, flamejando de ódio, pronto para derramar suas ira em algo ou alguém. Isso como vê é ilógico. Não se encaixa no conceito de perfeito, mas o que é o perfeito? Perfeito é aquilo que reúne todas as qualidades concebíveis, é tudo que é ótimo, excelente é aquilo que não se macula. É contraditório pensar dessa forma, pois Deus não é contraditório e nem muito menos mentiroso, e muitas vezes por nossas pré-concepções erronias vemos Deus como um deus, humano e faliu. Nesta temática este “deus” está sendo comparado, por nós homens, como um déspota que não respeita livre-arbítrio de ninguém e muito menos respeita as suas próprias decisões, Deus não é um Hitler para além de acusar, punir sadicamente seus filhos, criações que não seguem o que ele quer, ou seja, seus ideais.
Pois digo, usando das palavras do celebre filosofo Voltaire, “Eu não acredito no “deus” que os homens criarão, porém, acredito no Deus que criou os homens”, um Deus amantíssimo e benévolo, que nos enviou o modelo e guia Jesus o Cristo, para nos ensinar e nos inspirar, nas nossas caminhadas evolutivas.
Deus nos concedeu a, denominada por Allan Kardec, justiça divina ou popularmente conhecida como reencarnação para que nós seres humanos possamos resgatar nossas faltas, por intermédio da lei de amor, e assim progredirmos nessa vida o que em outras não pudemos progredir. Estamos muitas vezes expostos as situações difíceis para aprendermos e tirarmos lições dessas circunstâncias. Mas nada que não podemos suportar. Só pela justiça divina a reencarnação, podemos notar que Deus é realmente amor, assim nada é contraditório, pois colhemos o que plantamos, tanto nesta vida quanto em outras.
O Cristo asseverou com firmeza em seus ensinamentos que “Deus é amor” e nos disse mais, que “devemos amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a nós mesmos”. Os ensinamentos de amor do Cristo são claros e específicos, então, seguimos o que nos pede o Cristo.
O Deus do verdadeiro não é só do espiritismo, ele é um Deus de todas as religiões, mas que por muitas é mal interpretado, definitivamente, Deus é amor.

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