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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Floresça onde for plantado!


O Dr.Robert Shuler, ilustre pastor protestante de Sam Francisco na Califórnia, escreveu uma pequena notável obra, em que ele narra que: “O importante é florescer no lugar onde se está plantado”.
Nós sempre estamos insatisfeitos onde moramos, onde escolhemos reencarnar para evoluirmos gradativamente nossas imperfeições morais. São nestes lugares que estão nossas maiores frustrações de nunca querermos superar as expectativas do plano de evolução, assim, por conseqüência queremos florescer em Nova Iorque, Berlim, Londres e por isso perdemos muito tempo de nossas existências parados no escuro da ociosidade e das utopias. Devemos florescer onde estamos plantados, para depois correr abertos por outros campos desconhecidos e tão bem sonhados, só assim, os outros olhos verão nossa beleza. Sempre temos medo de buscar esse florescer para não nos encontrarmos com a figura amedrontadora da derrota, que sempre iludidos pelo medo, não sabemos que sempre ela precede o degrau da glória.
Recordo-me de uma história:

Havia um homem, que morava num lugarejo perdido na intimidade da Percia ou hoje do jovem país Iram, e esse homem era relativamente feliz, ele havia logrado a ambição que o Alcorão garante aos seus fieis, ele amava uma mulher, tinha folhos e havia plantado arvores, essa trilogia caracteriza o verdadeiro discípulo da doutrina de Maomé e vivia feliz tranquilamente, Ali Hafet. Certo dia um homem sábio, chegou a sua casa e lhe pediu hospedagem, ele deu-lhe como manda sua doutrina e no dia seguinte antes que o homem se fosse pergunto-lhe: Ali Hafet, tu és feliz? E Ali Hafet respondeu: Eu sou uma pessoa plena totalmente feliz! E o sábio: Mas tu tens diamantes? Ali Hafet: não eu não tenho diamantes, para ser até honesto eu nem sei o que são diamantes. O sábio: não sabes o que são diamantes? E pretendes ser feliz? Ali Hafet: Ó claro!Eu sou muito feliz! As minhas cabras pastam no quintal, os meus camelos também tem alimento e água em abundância no córrego que atravessa a várzea que enriquecem minhas terras. Meus filhos crescem como lírios naturais do campo, minha esposa é justa, é boa, é nobre, Eu tenho saúde, então eu sou feliz! O sábio: Não Ali Hafet, a verdadeira felicidade está em ter diamantes! O sábio se foi e Ali Hafet perdeu a felicidade, começou perguntar o que eram diamantes, e um amigo disse que diamantes eram umas pedras que brilhavam. Perguntou a esse amigo onde se encontravam diamantes, o amigo respondeu que os diamantes mais fabulosos são encontrados nas nascentes dos rios no Nilo, no Eufrates, nos grandes rios do mundo. E Ali Hafet perdeu a paz! Da primeira oportunidade ele vendeu a sua propriedade, combinou com o cunhado pedindo para que tomasse conta da família que ele lhe daria metade do valor da propriedade, mas ele iria buscar diamantes, para tornar a família feliz e saiu. Atravessou as terras da mesopotâmia, atravessou as colunas de Hercules, zadiou nas terras. O tempo se passou ele foi perdendo os haveres, ele envelheceu e veio a morrer miserável, perto de Barcelona.
O homem que comprou as terras de Ali Hafet continuou sua vida tranqüila e perfeitamente feliz. Dez anos depois passou pela mesma propriedade aquele antigo homem sábio, que perguntou pelo homem que o recebera generosamente, o novo proprietário explicou que Ali Hafet, havia viajado e ninguém sabia seu paradeiro e nunca mais voltara. O sábio foi muito bem recebido, com uma grande hospitalidade, a noite depois de haver se deliciado, estava fumando na sala em penumbra, quando seu olhos fitando a lareira que crepitava, viu algumas pedras sobre o mármore da lareira que faiscava, ele levantou-se e acercou-se daqueles minerais e então perguntou ao dono do casa: Homem, onde foi que você encontrou essas pedras? O anfitrião respondeu: ai no quintal no córrego que as cabras bebem! O sábio: Mas Homem isso são diamantes! E quando o dia chegou ele estava diante das maiores minas de diamantes do mundo, a mina da Golconda. E Ali Hafet estava sobre uma mina de diamantes e saio para procurá-los em terras estranhas, exatamente no lugar onde eles não estavam.

Os maiores tesouros estão sempre pertos de nós, mais nunca os notamos por que estamos olhando de mais para os tesouros de outrem, como Ali Hafet estamos sobre uma mina de diamantes. E para ser-mos felizes florescermos basta mais um pouco de sensibilidade de nossa parte. Viver é inevitável e estamos submersos no rio de nossa existência, e devemos no mínimo florescer aqui para ermos admirados como Lírios do campo completos.

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