
Murmúrios do coração de um poeta
(A Augusto dos Anjos)
Na escuridão
Em se encontra minha alma
Não tenho calma
Esperando a parada de meu coração.
Essa eterna solidão,
Que vivo com tristeza
Só posso me consolar com a natureza
Que encanta toda uma nação!!
Não a risos,
Quando se despede o poente
Nem quando vai embora outra mente
Sem ser capas de dar um sorriso.
Na tristeza de todas as horas,
Sou incapaz de falar
Pois a melancolia não consigo evitar
Nem posso rir ao som de outrora...
Não imagino mais o som do inebriante,
E consolador arpejo,
Pois meu ego só anseia um desejo...
Um desejo sufocante!
Não me alucina mais a beleza da lua;
Não tenho mais alguma necessidade
A somente a sonho da eternidade
E da sair dessa matéria nua!
E já acabaram as justas ambições que me consomem!
Não mas presenciar do mundo tal moral em decadência
Pois as frustrações dessa existência
Já me tiraram em surto as noções de um homem.
Já é mórbida minha, triste
E nefasta sorte!
Que há de me alegar agora se não for morte
De que estremece o homem que viver insiste!
Há de se apagar toda a magia
Neste murmúrio de imensa dor
Em que nunca bebi o mel do amor
Só pude me consolar na poesia.
Essa é minha sina
Tenho que vive-la,
Mas um dia sei que irei para as estrelas
Caminhar junta a imagem divina!
(A Augusto dos Anjos)
Na escuridão
Em se encontra minha alma
Não tenho calma
Esperando a parada de meu coração.
Essa eterna solidão,
Que vivo com tristeza
Só posso me consolar com a natureza
Que encanta toda uma nação!!
Não a risos,
Quando se despede o poente
Nem quando vai embora outra mente
Sem ser capas de dar um sorriso.
Na tristeza de todas as horas,
Sou incapaz de falar
Pois a melancolia não consigo evitar
Nem posso rir ao som de outrora...
Não imagino mais o som do inebriante,
E consolador arpejo,
Pois meu ego só anseia um desejo...
Um desejo sufocante!
Não me alucina mais a beleza da lua;
Não tenho mais alguma necessidade
A somente a sonho da eternidade
E da sair dessa matéria nua!
E já acabaram as justas ambições que me consomem!
Não mas presenciar do mundo tal moral em decadência
Pois as frustrações dessa existência
Já me tiraram em surto as noções de um homem.
Já é mórbida minha, triste
E nefasta sorte!
Que há de me alegar agora se não for morte
De que estremece o homem que viver insiste!
Há de se apagar toda a magia
Neste murmúrio de imensa dor
Em que nunca bebi o mel do amor
Só pude me consolar na poesia.
Essa é minha sina
Tenho que vive-la,
Mas um dia sei que irei para as estrelas
Caminhar junta a imagem divina!


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